quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Quem é você que eu chamo?
Quem é você que eu respiro?
É você agora,foi você ontem,
E será você no futuro.
Como um percurso escrito
por tinta indelével.
Como uma casa velha
que sempre dá aconchego.
Como um amor cansado,
esperando o tempo voltar.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Sobre o mar agitado,
A única coisa que se sabe,
é que um dia fica calmo,
mas aos poucos te invade.
A turbulência é um passo largo
 para o fim da nossa paz.
Um prato quebrado, por mais que se remende,
não volta ao seu estado original.
As cicatrizes do seu caos se instalarem em mim.
Não se aproxime mais.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Deitado com a poeira da cidades
Seus pés já não sentem o frio da noite
seus calos indolores flutuam sobre o ar
A luz da lua lhe informa:
A noite já é uma velha caduca
Esperando o amanhecer.