Antes da meia-noite eu me calo.
Silencio.
A madrugada já tem um nome.
O silêncio não passa de um intervalo
entre os nossos olhos e os nossos lábios.
O encontro das mãos que se procuram no escuro
é a mesma urgência do seu,do meu e do nosso:
Boa noite.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Você pode
Pode brigar, me esmagar e dilacerar.
Você pode me cortar,me jogar no chão.
Fingir que a noite não é mais nossa,
e afirmar que o seu brilho do sol
é mais lindo que o das minhas estrelas.
Brincar de esconder a minha paz debaixo do seu cobertor.
Jogar as minhas palavras fora como as suas sujeiras.
E esquecer da nossa pureza.
Mas não me afaste ,não me perca em uma multidão qualquer.
Não solta da minha mão.
Me engane,me iluda,me rasgue.
Mas não diga que não pensa em mim.
Não vá embora como nas outras vezes.
Vamos também brincar de faz de conta.
Eu deixo você fingir que ainda me ama.
Minhas mentiras infantis lhe caem bem.
E eu te aceito assim.
Você pode me cortar,me jogar no chão.
Fingir que a noite não é mais nossa,
e afirmar que o seu brilho do sol
é mais lindo que o das minhas estrelas.
Brincar de esconder a minha paz debaixo do seu cobertor.
Jogar as minhas palavras fora como as suas sujeiras.
E esquecer da nossa pureza.
Mas não me afaste ,não me perca em uma multidão qualquer.
Não solta da minha mão.
Me engane,me iluda,me rasgue.
Mas não diga que não pensa em mim.
Não vá embora como nas outras vezes.
Vamos também brincar de faz de conta.
Eu deixo você fingir que ainda me ama.
Minhas mentiras infantis lhe caem bem.
E eu te aceito assim.
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